Justiça Eleitoral rejeita ação por suposta fraude à cota de gênero contra o PP em Floriano

15/03/2026 14h17

Da redação do FlorianoNews redacao@florianonews.com


Imagem: Portal OxenJustiça Eleitoral rejeita ação por suposta fraude à cota de gênero contra o PP em Floriano.(Imagem:Portal Oxen)Justiça Eleitoral rejeita ação por suposta fraude à cota de gênero contra o PP em Floriano.

A Justiça Eleitoral da 9ª Zona de Floriano decidiu rejeitar a ação que acusava o Partido Progressistas (PP) de fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024. A decisão entendeu que não houve provas suficientes de que a candidatura de Francisca Alves Feitosa teria sido fictícia.

O processo foi movido pelos candidatos a vereador Júnior Bocão, Erisvaldo Borges, Daguia do Edgar e Enofre Carvalho.

Na ação, os autores alegavam que a candidatura de Chiquinha Feitosa teria sido registrada apenas para cumprir a exigência legal da cota de gênero, sem participação efetiva na disputa eleitoral. Caso a fraude fosse comprovada, a consequência poderia ser a anulação dos votos de toda a chapa do PP nas eleições municipais.

Após análise do caso, tanto a Justiça Eleitoral quanto o Ministério Público Eleitoral concluíram pela improcedência da ação, por falta de provas que confirmassem a acusação.

Nos bastidores políticos, a ação foi interpretada por aliados do partido como uma tentativa de desqualificar a candidatura de Chiquinha Feitosa e contestar o resultado eleitoral. Segundo interlocutores ouvidos pelo Portal Oxen, a estratégia não prosperou.

“Essa tática de tentar vencer no tapetão está fadada ao fracasso, pois a Justiça Eleitoral está atenta tanto a fraudes quanto a possíveis enredos jurídicos inconsequentes. Tentaram imputar a perda do mandato de toda uma chapa a uma pessoa, uma mulher. Esse tipo de atitude, além de repetitiva, expõe a misoginia política”, afirmou um interlocutor consultado pela publicação.

Com a decisão, permanece válido o resultado eleitoral da chapa do PP, encerrando, nesta fase, a contestação sobre a suposta fraude à cota de gênero.


*Com informações do Portal Oxen