Para prevenir suicídios, Instagram proíbe imagens de automutilação

11/02/2019 09h06

Para prevenir suicídios, Instagram proíbe imagens de automutilação.
Imagem: O GloboClique para ampliarPara prevenir suicídios, Instagram proíbe imagens de automutilação.(Imagem:O Globo)

O Instagram anunciou na última quinta-feira que não irá mais permitir a publicação de imagens de automutilação na plataforma. A mudança vem como resposta ao caso da adolescente Molly Russell, que cometeu suicídio aos 14 anos, em 2017.

Os pais vieram a público no mês passado, afirmando que conteúdos disponíveis no Instagram sobre automutilação, depressão e suicídio contribuíram para a morte da jovem.

Em comunicado assinado por Adam Mosseri, diretor do Instagram, a companhia informou que imagens gráficas de automutilação, como cortes pelo corpo, serão banidas. Mas imagens relacionadas a essa prática, como cicatrizes, continuarão sendo permitidas, mas serão excluídas dos sistemas de busca, das hashtags e da janela “Explore”.

“Nós não vamos remover esse tipo de conteúdo do Instagram, pois não queremos estigmatizar ou isolar pessoas que podem estar sofrendo e publicando esse conteúdo como um pedido de ajuda”, explicou Mosseri.

A plataforma também se comprometeu a apoiar pessoas que estão em necessidade, focando em disponibilizar “mais recursos para pessoas publicando e procurando conteúdos relacionados à automutilação e as direcionando para organizações que possam oferecer ajuda”. Outras medidas estão sendo estudadas, como borrar imagens relacionadas à automutilação, para que elas não estejam visíveis imediatamente.

Segundo o comunicado, as mudanças foram realizadas porque, “ao longo do último mês nós pudemos ver que não estamos onde deveríamos estar em relação à automutilação e ao suicídio, e que precisamos fazer mais para manter seguras as pessoas mais vulneráveis que usam o Instagram”.

Segundo o comunicado, as mudanças foram realizadas porque, “ao longo do último mês nós pudemos ver que não estamos onde deveríamos estar em relação à automutilação e ao suicídio, e que precisamos fazer mais para manter seguras as pessoas mais vulneráveis que usam o Instagram”.

Imagem: O GloboClique para ampliarPara prevenir suicídios, Instagram proíbe imagens de automutilação.(Imagem:O Globo)

O Instagram anunciou na última quinta-feira que não irá mais permitir a publicação de imagens de automutilação na plataforma. A mudança vem como resposta ao caso da adolescente Molly Russell, que cometeu suicídio aos 14 anos, em 2017.

Os pais vieram a público no mês passado, afirmando que conteúdos disponíveis no Instagram sobre automutilação, depressão e suicídio contribuíram para a morte da jovem.

Em comunicado assinado por Adam Mosseri, diretor do Instagram, a companhia informou que imagens gráficas de automutilação, como cortes pelo corpo, serão banidas. Mas imagens relacionadas a essa prática, como cicatrizes, continuarão sendo permitidas, mas serão excluídas dos sistemas de busca, das hashtags e da janela “Explore”.

“Nós não vamos remover esse tipo de conteúdo do Instagram, pois não queremos estigmatizar ou isolar pessoas que podem estar sofrendo e publicando esse conteúdo como um pedido de ajuda”, explicou Mosseri.

A plataforma também se comprometeu a apoiar pessoas que estão em necessidade, focando em disponibilizar “mais recursos para pessoas publicando e procurando conteúdos relacionados à automutilação e as direcionando para organizações que possam oferecer ajuda”. Outras medidas estão sendo estudadas, como borrar imagens relacionadas à automutilação, para que elas não estejam visíveis imediatamente.

Segundo o comunicado, as mudanças foram realizadas porque, “ao longo do último mês nós pudemos ver que não estamos onde deveríamos estar em relação à automutilação e ao suicídio, e que precisamos fazer mais para manter seguras as pessoas mais vulneráveis que usam o Instagram”.

Segundo o comunicado, as mudanças foram realizadas porque, “ao longo do último mês nós pudemos ver que não estamos onde deveríamos estar em relação à automutilação e ao suicídio, e que precisamos fazer mais para manter seguras as pessoas mais vulneráveis que usam o Instagram”.


Fonte O Globo