Piauí tem cerca de 250 mortos não identificados e vai iniciar campanha para coleta DNA

07/06/2021 14h27


Fonte G1

 
Imagem: ReproduçãoClique para ampliarO DNA do próprio desaparecido também poderá ser extraído de itens de uso pessoal, tais como: escova de dentes, escova de cabelo, aparelho de barbear, aliança, óculos, aparelho orto(Imagem:Reprodução)
A Secretaria de Segurança Pública iniciou nesta segunda-feira (7) uma campanha para coletar o material genético de familiares de pessoas desaparecidas no Piauí. A intenção da campanha é alimentar um banco de dados com amostras de DNA, que será compartilhado pelos órgãos de segurança de todo o Brasil.

O estado tem 250 pessoas encontradas mortas que ainda não foram identificadas e a SSP informou que realiza um levantamento para definir o número de pessoas que são consideradas desaparecidas.

A campanha acontecerá nos dias 14 a 18 de junho. No dia 16, ocorrerá o Dia D da campanha. Assim, os dados do Piauí farão parte do Banco Nacional de Perfis Genéticos.

Precisam doar amostras de DNA parentes diretos de pessoas desaparecidas, como: pais, filhos e irmãos. As pessoas devem procurar a delegacia regional ou especializada mais próxima.

O DNA do próprio desaparecido também poderá ser extraído de itens de uso pessoal, tais como: escova de dentes, escova de cabelo, aparelho de barbear, aliança, óculos, aparelho ortodôntico, dente de leite, amostra de cordão umbilical. Esses materiais também poderão ser entregues nos pontos de coleta da campanha.


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