Entenda como o Governo do Piauà usa tecnologia para reduzir crimes no estado
16/04/2026 15h56Fonte Governo do PiauÃ
O Governo do Piauí tem ampliado o uso de tecnologia e inteligência para reduzir a criminalidade no estado. Segundo o delegado Matheus Zanatta, da Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), o modelo combina inteligência policial, videomonitoramento e operações integradas para prevenir crimes e aumentar a eficiência das ações. Os resultados já aparecem nos indicadores: em 2025, o estado registrou queda em crimes como roubos e feminicídios, tendência que segue em 2026.De acordo com o delegado Zanatta, que é Superintendente de Operações Integradas da SSP, o modelo tecnologico substitui ações reativas por planejamento estratégico. “Conseguimos reunir e analisar dados, identificar padrões e direcionar as ações de forma mais eficiente, deixando de atuar apenas de forma reativa e passando a intervir com base em informações concretas de forma preventiva”, afirmou o delegado.
Como funciona na prática
- Câmeras com inteligência artificial permitem identificar situações suspeitas e veículos roubados em tempo real;
- Localização rápida de suspeitos aumenta as chances de prisão e evita novos crimes;
- Cruzamento de dados operacionais e investigativos ajuda a polícia a entender como os crimes acontecem e a agir de forma mais precisa;
- Integração entre as polícias reduz o tempo de resposta e garante operações mais eficientes;
- Planejamento com base em dados direciona o policiamento para áreas mais críticas, prevenindo ocorrências.
Resultados da segurança pública
- Redução de 33% nos roubos gerais (comparação entre 2025 e 2026);
- Queda de 49% nos roubos com uso de arma de fogo;
- Diminuição de 47% nos roubos de celulares no 1º trimestre de 2026 em relação a 2025;
- Redução de 72% nos roubos de celulares em comparação com 2022;
- Queda de 75% nos casos de feminicídio no 1º trimestre de 2026, comparado a 2025.
A SSP-PI mantém acompanhamento permanente das áreas com maior incidência criminal, incluindo regiões da capital e rotas utilizadas por organizações criminosas. A integração entre os órgãos permite ações simultâneas e mais rápidas.
“O principal desafio agora é manter essa tendência de queda. Para isso, precisamos ampliar o uso de tecnologia, fortalecer a investigação e seguir com políticas preventivas”, afirmou o delegado.










