Soneto

13/11/2019 10h17


Fonte Poeta Agostinho

Sou russano nato
Poeta vidente
Que diz o que sente
Do povo do mato

Sou o anonimato
Do bardo prudente
Que canta em repente
O mundo insensato

Eu sou o tabaréu
Que tira o chapéu
Pra louvar a Deus

Eu sou a verdade
E a sinceridade
Destes versos meus

Tópicos: anonimato, amor, versos