Nova etapa de vacinação contra a gripe inclui forças de segurança

23/04/2019 08h57

Nova etapa de vacinação contra a gripe inclui forças de segurança.
Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarNova etapa de vacinação contra a gripe inclui forças de segurança.(Imagem:Divulgação)

Profissionais das forças de segurança e salvamento de todo o país passam a fazer parte, este ano, do público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. De acordo com o Ministério da Saúde, o grupo inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, totalizando cerca de 900 mil pessoas.

“Esses profissionais, assim como os demais já contemplados na campanha, são expostos em atividades de risco em locais de aglomerações, um dos principais fatores de propagação do vírus da influenza”, informou a pasta, por meio de nota. Segundo o ministério, 1 milhão de doses extras foram adquiridas para dar conta da ampliação do público-alvo.

Segunda fase

Até a semana passada, apenas crianças, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) estavam recebendo a dose contra a gripe nos postos de saúde. A partir de hoje (22), todos os grupos considerados prioritários podem ir a uma unidade básica de saúde para serem imunizados.

Além dos profissionais das forças de segurança e salvamento, devem receber a vacina trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos (a partir dos 60 anos); professores; pessoas com doenças crônicas e outras categorias de risco clínico; população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; e funcionários do sistema prisional.

A campanha segue até 31 de maio. O ministério deve enviar aos estados um total de 64,7 milhões de doses contra a gripe. A meta é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos considerados prioritários.

Vacina

A dose utilizada este ano sofreu mudanças em duas das três cepas que compõem a vacina e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no Hemisfério Sul ao longo de 2018, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS) – incluindo o H1N1.

“A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença”, reforçou a pasta.

Casos

Este ano, até 13 de abril, foram registrados 369 casos de influenza em todo o país, com 67 óbitos. Até o momento, o subtipo predominante no Brasil é o H1N1, que responde por 192 casos e 47 mortes. O Amazonas é o estado que apresenta maior circulação do vírus, com 130 casos e 34 mortes.

De acordo com o ministério, todos os estados estão abastecidos com o fosfato de oseltamivir, indicado para o tratamento contra o H1N1, e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas.

Teresina

Em Teresina, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que desde o início da campanha da vacinação contra gripe, a rede pública de saúde está fornecendo a vacina para todos os grupos prioritários. Isso significa que, desde o dia 10 de abril até o dia 31 de maio, data do encerramento da campanha, todas as pessoas listadas como público-alvo podem se vacinar em uma das 104 salas de vacina, que ficam em Unidades Básicas de Saúde e hospitais de bairro da capital piauiense.

A Fundação informou ainda que a iniciativa de Teresina de vacinar todos os grupos prioritários em qualquer momento da campanha é diferente da recomendação do Ministério da Saúde, adotada em alguns municípios brasileiros, na qual há datas específicas e exclusivas para cada grupo do público – alvo receber a vacina.

A lista completa do grupo prioritário que precisa receber a dose de vacina é: gestantes e puérperas, crianças de 6 meses a 6 anos de idade incompletos, maiores de 60 anos, profissionais da saúde, pessoas de qualquer idade com doenças crônicas (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias, distúrbios que comprometem a imunidade, como o câncer, e outras), população indígena, pessoas privadas de liberdade, professores da rede pública e privada e trabalhadores do sistema prisional. Agora, a Fundação está montando estratégias e aguardando o envio de doses pelo Ministério da Saúde para vacinar o grupo de policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas.

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Profissionais das forças de segurança e salvamento de todo o país passam a fazer parte, este ano, do público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. De acordo com o Ministério da Saúde, o grupo inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, totalizando cerca de 900 mil pessoas.

“Esses profissionais, assim como os demais já contemplados na campanha, são expostos em atividades de risco em locais de aglomerações, um dos principais fatores de propagação do vírus da influenza”, informou a pasta, por meio de nota. Segundo o ministério, 1 milhão de doses extras foram adquiridas para dar conta da ampliação do público-alvo.

Segunda fase

Até a semana passada, apenas crianças, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) estavam recebendo a dose contra a gripe nos postos de saúde. A partir de hoje (22), todos os grupos considerados prioritários podem ir a uma unidade básica de saúde para serem imunizados.

Além dos profissionais das forças de segurança e salvamento, devem receber a vacina trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos (a partir dos 60 anos); professores; pessoas com doenças crônicas e outras categorias de risco clínico; população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; e funcionários do sistema prisional.

A campanha segue até 31 de maio. O ministério deve enviar aos estados um total de 64,7 milhões de doses contra a gripe. A meta é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos considerados prioritários.

Vacina

A dose utilizada este ano sofreu mudanças em duas das três cepas que compõem a vacina e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no Hemisfério Sul ao longo de 2018, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS) – incluindo o H1N1.

“A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença”, reforçou a pasta.

Casos

Este ano, até 13 de abril, foram registrados 369 casos de influenza em todo o país, com 67 óbitos. Até o momento, o subtipo predominante no Brasil é o H1N1, que responde por 192 casos e 47 mortes. O Amazonas é o estado que apresenta maior circulação do vírus, com 130 casos e 34 mortes.

De acordo com o ministério, todos os estados estão abastecidos com o fosfato de oseltamivir, indicado para o tratamento contra o H1N1, e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas.

Teresina

Em Teresina, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que desde o início da campanha da vacinação contra gripe, a rede pública de saúde está fornecendo a vacina para todos os grupos prioritários. Isso significa que, desde o dia 10 de abril até o dia 31 de maio, data do encerramento da campanha, todas as pessoas listadas como público-alvo podem se vacinar em uma das 104 salas de vacina, que ficam em Unidades Básicas de Saúde e hospitais de bairro da capital piauiense.

A Fundação informou ainda que a iniciativa de Teresina de vacinar todos os grupos prioritários em qualquer momento da campanha é diferente da recomendação do Ministério da Saúde, adotada em alguns municípios brasileiros, na qual há datas específicas e exclusivas para cada grupo do público – alvo receber a vacina.

A lista completa do grupo prioritário que precisa receber a dose de vacina é: gestantes e puérperas, crianças de 6 meses a 6 anos de idade incompletos, maiores de 60 anos, profissionais da saúde, pessoas de qualquer idade com doenças crônicas (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias, distúrbios que comprometem a imunidade, como o câncer, e outras), população indígena, pessoas privadas de liberdade, professores da rede pública e privada e trabalhadores do sistema prisional. Agora, a Fundação está montando estratégias e aguardando o envio de doses pelo Ministério da Saúde para vacinar o grupo de policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas.


Fonte Agência Brasil e FMS

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Tópicos: casos, vacina, campanha