Estudantes e professores de Floriano protestam contra corte de verbas na educação

15/05/2019 10h18

Da redação do FlorianoNews [email protected]

Estudantes e professores de Floriano protestam contra corte de verbas na educação.
Estudantes, professores e servidores de instituições federais e estaduais de Floriano protestaram na manhã desta quarta-feira (15) contra o bloqueio no repasse de verbas para educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC). Outras cidades do país também registram atos nesta quarta.

A manifestação ocorre desde as 7h30. Um grupo se concentrou na Praça Coronel Borges, em frente à Câmara Municipal de Floriano. Por volta das 9h00, os participantes saíram em passeata em direção à Praça Dr. Sebastião Martins.

Imagem: FlorianoNewsEstudantes e professores de Floriano protestam contra corte de verbas na educação.(Imagem:FlorianoNews)

No local aconteceram discursos contra os sucessivos cortes no repasse de verbas na educação, anunciados pelo Ministério da Educação.

Em entrevista, o professor do Instituto Federal do Piauí (IFPI), André Melo, explicou que o corte afeta diretamente mais de 80% dos estudantes do Campus de Floriano.

“82% dos alunos do IFPI de Floriano tem uma renda familiar abaixo de um salario e meio”,
disse. O educador declarou ainda o governo de Jair Bolsonaro está cometendo um grave erro ao lesar a educação.

“Ele mexeu com a esperança de um povo, porque não tem País que tenha esperança sem passar pela educação”, finalizou.

Imagem: FlorianoNewsAndré Melo(Imagem:FlorianoNews)André Melo

Bloqueio de verba

Em abril, o Ministério da Educação divulgou que todas as universidades e institutos federais teriam bloqueio de recursos. Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.

De acordo com o Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias, aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo, incluindo despesas obrigatórias.

Imagem: FlorianoNewsEstudantes e professores de Floriano protestam contra corte de verbas na educação.(Imagem:FlorianoNews)


Estudantes, professores e servidores de instituições federais e estaduais de Floriano protestaram na manhã desta quarta-feira (15) contra o bloqueio no repasse de verbas para educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC). Outras cidades do país também registram atos nesta quarta.

A manifestação ocorre desde as 7h30. Um grupo se concentrou na Praça Coronel Borges, em frente à Câmara Municipal de Floriano. Por volta das 9h00, os participantes saíram em passeata em direção à Praça Dr. Sebastião Martins.

Imagem: FlorianoNewsEstudantes e professores de Floriano protestam contra corte de verbas na educação.(Imagem:FlorianoNews)

No local aconteceram discursos contra os sucessivos cortes no repasse de verbas na educação, anunciados pelo Ministério da Educação.

Em entrevista, o professor do Instituto Federal do Piauí (IFPI), André Melo, explicou que o corte afeta diretamente mais de 80% dos estudantes do Campus de Floriano.

“82% dos alunos do IFPI de Floriano tem uma renda familiar abaixo de um salario e meio”,
disse. O educador declarou ainda o governo de Jair Bolsonaro está cometendo um grave erro ao lesar a educação.

“Ele mexeu com a esperança de um povo, porque não tem País que tenha esperança sem passar pela educação”, finalizou.

Imagem: FlorianoNewsAndré Melo(Imagem:FlorianoNews)André Melo

Bloqueio de verba

Em abril, o Ministério da Educação divulgou que todas as universidades e institutos federais teriam bloqueio de recursos. Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.

De acordo com o Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias, aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo, incluindo despesas obrigatórias.

Imagem: FlorianoNewsEstudantes e professores de Floriano protestam contra corte de verbas na educação.(Imagem:FlorianoNews)



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