Conselho Deliberativo do Santos volta a reprovar contas de 2018

15/05/2019 10h54

Conselho Deliberativo do Santos volta a reprovar contas de 2018.
Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarConselho Deliberativo do Santos volta a reprovar contas de 2018.(Imagem:Divulgação)

O Conselho Deliberativo do Santos voltou a reprovar, por maioria, as contas de 2018, primeiro ano da gestão do presidente José Carlos Peres.

O colegiado já havia reprovado o balanço, mas seguindo o procedimento do clube, Peres apresentou uma defesa e as contas foram novamente reprovadas na terça-feira (14).

Agora, o processo irá para a CIS (Comissão de Inquérito e Sindicância), que terá 15 dias, segundo o artigo 45, item "d", do Regimento Interno, para apresentar seu parecer com uma decisão sobre o caso. A punição pode variar desde uma advertência ou até a exclusão do quadro associativo a perda do mandato.

O Conselho Fiscal recebeu a defesa elaborada pela gestão Peres, analisou e voltou sugerir a reprovação do balanço com base em três itens: o déficit de R$ 77 milhões, os impostos e o orçamento para o ano.

Em sua primeira análise, o Conselho Fiscal havia levantado 15 itens, mas mudou seu veredito sobre 12 deles, deixando seis apenas como informativos e outros seis com ressalvas, mas não impeditivos.

A direção santista se defende dizendo que o déficit seria na verdade um superávit caso a venda do atacante Rodrygo tivesse sido computada já neste ano, o que não aconteceu por causa de leis contábeis.

Sobre os impostos, o Santos clama ter pago boa parte dos atrasados e reconhece ter ainda R$ 4 milhões para quitar.

Segundo a lei federal do Profut, em seu artigo 4º, os clubes precisam diminuir o déficit anual a um máximo de 10% da receita bruta, mas o Santos somou 26,96%. A legislação, em seu artigo 25º, classifica um déficit acima de 20% como gestão temerária.
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O Conselho Deliberativo do Santos voltou a reprovar, por maioria, as contas de 2018, primeiro ano da gestão do presidente José Carlos Peres.

O colegiado já havia reprovado o balanço, mas seguindo o procedimento do clube, Peres apresentou uma defesa e as contas foram novamente reprovadas na terça-feira (14).

Agora, o processo irá para a CIS (Comissão de Inquérito e Sindicância), que terá 15 dias, segundo o artigo 45, item "d", do Regimento Interno, para apresentar seu parecer com uma decisão sobre o caso. A punição pode variar desde uma advertência ou até a exclusão do quadro associativo a perda do mandato.

O Conselho Fiscal recebeu a defesa elaborada pela gestão Peres, analisou e voltou sugerir a reprovação do balanço com base em três itens: o déficit de R$ 77 milhões, os impostos e o orçamento para o ano.

Em sua primeira análise, o Conselho Fiscal havia levantado 15 itens, mas mudou seu veredito sobre 12 deles, deixando seis apenas como informativos e outros seis com ressalvas, mas não impeditivos.

A direção santista se defende dizendo que o déficit seria na verdade um superávit caso a venda do atacante Rodrygo tivesse sido computada já neste ano, o que não aconteceu por causa de leis contábeis.

Sobre os impostos, o Santos clama ter pago boa parte dos atrasados e reconhece ter ainda R$ 4 milhões para quitar.

Segundo a lei federal do Profut, em seu artigo 4º, os clubes precisam diminuir o déficit anual a um máximo de 10% da receita bruta, mas o Santos somou 26,96%. A legislação, em seu artigo 25º, classifica um déficit acima de 20% como gestão temerária.

Fonte Folha Press

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Tópicos: santos, artigo, conselho